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9.12.10

Cineclube Natal - últimas sessões de 2010







Cineclube Natal exibe musicais
nas últimas sessões do ano




Assista aqui ao trailer de Victor ou Victoria:

[FICHA TÉCNICA: VICTOR OU VICTORIA]



Assista aqui a um trecho de Yentl:









Sessão Cine Café
Sexta, 10 de dezembro
20 horas
Nalva Melo Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira
Fone: 3212-1655
R$ 2.00
Classificação Indicativa: 12 anos


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Sessão Cine Vanguarda
Domingo, 12 de dezembro
17 horas
TCP - Teatro de Cultura Popular "Chico Daniel"
Rua Jundiaí, 641, Tirol
Fone: 3232-5307
R$ 2,00
Classificação indicativa: 10 anos


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(84) 8805 - 4666 | (84) 9406 – 8177
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10.11.10

Cineclube Natal - 205ª sessão: Terra Deu, Terra Come


Cineclube Natal entra no circuito nacional de lançamento do filme 'Terra Deu, Terra Come'

Premiado como o melhor documentário brasileiro no festival É Tudo Verdade, e vencedor do prêmio de melhor filme na Mostra Panorâmica, do Festival de Gramado 2010, o filme Terra Deu, Terra Come está sendo lançado nos meses de outubro e novembro simultaneamente no circuito comercial e no circuito exibidor contemplado pelos editais do Cine Mais Cultura.



O diretor, Rodrigo Siqueira, deseja provocar uma grande discussão sobre a participação de formas alternativas de exibição no lançamentos de filme no Brasil. Como sabemos, os filmes brasileiros têm grande dificuldade de competir com os grandes lançamentos internacionais por um espaço no circuito exibidor comercial.

A questão principal é: por que não integrar o parque exibidor alternativo aos lançamentos comerciais?

Portanto, todos os 821 Cines contemplados pelo Cine Mais Cultura receberam gratuitamente o filme para exibí-lo durante esses dois meses, no mesmo período em que o filmes está sendo lançado nos cinemas comerciais.

Sobre o filme - retirado de www.terradeuterracome.com.br

Pedro de Almeida, garimpeiro de 81 anos de idade, comanda como mestre de cerimônias o velório, o cortejo fúnebre e o enterro de João Batista, que morreu com 120 anos. O ritual sucede-se no quilombo Quartel do Indaiá, distrito de Diamantina, Minas Gerais.

Ao conduzir o funeral de João Batista, Pedro desfia histórias carregadas de poesia e significados metafísicos, que nos põem em dúvida o tempo inteiro. A atuação de Pedro e seus familiares frente à câmera nos provoca pela sua dramaturgia espontânea, uma auto-mise-enscène instigante.

No filme, não se sabe o que é fato e o que é representação, o que é verdade e o que é um conto, documentário ou ficção, o que é cinema e o que é vida, o que é africano e o que é mineiro, brasileiro.

Assista aqui ao trailer de Terra Deu, Terra Come:

Trailer - Terra Deu, Terra Come from rodrigo siqueira on Vimeo.



Sessão Cine Café EXTRA
Sexta,12 de novembro
20 horas
Nalva Melo Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira
Fone: 3212-1655
gratuito
Classificação Indicativa: livre


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Mais sobre o lançamento - retirado de www.terradeuterracome.com.br

Com distribuição da VideoFilmes e da 7Estrelo Filmes, em parceria com os contemplados do Programa Cine Mais Cultura – do MINC, Terra Deu, Terra Come, será lançado simultanemante com mais de 800 cópias em todo o país a partir do dia 1º de outubro. Considerado pelos críticos como um documentário de linguagem inovadora, o filme inova também em sua estratégia de lançamento e entra em cartaz com dimensões comparáveis aos “blockbusters” americanos.

Tradicionalmente, os documentários brasileiros são lançados com pouquíssimas cópias e têm grande dificuldade de alcançar o público.

Terra Deu, Terra Come inova porque incorpora à sua estratégia de distribuição um parque exibidor alternativo que tem larga escala e capilaridade nas capitais no interior do país.

O compromisso da produtora 7Estrelo Filmes e da distribuidora VideoFilmes é fazer com que o filme chegue a quem deve chegar, que é o público brasileiro. Seja em um cinema na região da avenida Paulista, da zona sul do Rio de Janeiro, em um cineclube no interior do Acre, no sertão mineiro ou no pantanal.

O programa Cine Mais Cultura, do governo federal conta hoje com 821 pontos de exibição digital em todos os 27 estados do Brasil, em periferias das capitais e no interior dos estados. E faz chegar cinema a centenas de cidades que não possuem salas de exibição comercial.

Cada exibidor contemplado pelo Cine Mais Cultura receberá gratuitamente um kit do filme Terra Deu, Terra Come contendo DVD, cartaz e material de divulgação para a realização de exibições nos meses de outubro e novembro de 2010, simultaneamente ao período em que o filme estará em cartaz no circuito comercial de cinemas. A quantidade de espectadores destas sessões será oficialmente registrada, contabilizando assim o público do filme no circuito não-comercial conjuntamente ao público do circuito tradicional.

Ao gerar fato novo na grande imprensa, Terra Deu, Terra Come pretende também provocar uma ampla discussão sobre como a participação do circuito não comercial pode contribuir para fazer o cinema brasileiro chegar aos brasileiros. E de maneira incorporada aos lançamentos nacionais do circuito comercial.

FICHA TÉCNICA
Título Original: Terra Deu, Terra Come
Formato de captação: DVC PRO HD e 16mm
Formato de exibição: HDCAM
Duração: 88 minutos
País: Brasil
Gênero: Documentário
Realização: 7 Estrelo Filmes
Produtora Associada: Tango Zulu Filmes
Distribuição: VideoFilmes
Direção: Rodrigo Siqueira
Colaborou na direção: Pedro de Alexina
Fotografia: Pierre de Kerchove
Som: Célio Dutra
Produção executiva: Rodrigo Siqueira e Tayla Tzirulnik
Assistente de Produção Juliana Kim
Pesquisa: Lúcia Nascimento e Rodrigo siqueira
Produção de frente: Marcelo Ferrarini e Roberta Canuto
Produção de set: Ricardo Magoso
Edição: Rodrigo Siqueira
Arte e gráficos: Júlio Dui
Finalização de imagem: Alex Yoshinaga
Mixado nos estúdios: TIL
Produção de Lançamento: Lívia Rojas e Michael Wahrmann
Lançamento em São Paulo: 1o de outubro de 2010

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30.9.10

Cineclube Natal - 201ª sessão: Diabo a Quatro


Cinema, humor e café.

Nesta sexta-feira, primeiro de outubro, o Cineclube Natal, em parceria com o Nalva Melo Café, abrirá o ciclo cinematográfico do mês, intitulado O Humor no Mundo, com a exibição do clássico americano Diabo a Quatro (Duck Soup), dos irmãos Marx. A sessão tem início às 20:00 horas e a taxa de manutenção custa módicos dois reais. A classificação indicativa é livre.


O pequeno país Freedonia está em enorme crise financeira. A Sra. Teadstale aceita doar 20 milhões de dólares aos caixas se o excêntrico e maluco T. Firefly (Groucho Marx) for eleito presidente. Para piorar as coisas, o país vizinho Sylvania envia dois espiões (Chicolini e Pinky, respectivamente Chico e Harpo Marx) para obterem informação sigilosa, enquanto uma guerra pode ser travada se os líderes dos dois países não decidirem quem casará com a Sra. Teasdale.

Dirigido por Leo McCarey no longínquo ano de 1933, o filme é tido largamente como um dos melhores estrelados pelos irmãos Marx. Incrivelmente o filme mantém todo seu charme irreverente, sendo a sua sátira bélica tão relevante hoje quanto à época de seu lançamento. Se alguns filmes dos irmãos Marx parecem não ser mais do que uma sucessão anárquica de sketches, sem uma organização interna que lhes forneça o devido contexto, Diabo a Quatro, com um grande diretor ao leme, consegue enquadrar a loucura e a rebeldia dos quatro humoristas numa história satírica e paródica de um assunto como a guerra.

Antes de Chaplin, Groucho Marx já ridiculariza até á exaustão os caprichos e vontades de ditadores arrogantes, sendo que suas tiradas misantrópicas e niilistas representam o cúmulo do non-sense. Destaque para os últimos minutos do filme, dos mais fulminantes da história, com um Groucho Marx vestido a cada meio minuto como um diferente símbolo dessa coisa chamada "autoridade". O espírito anti-bélico de Diabo a Quatro surge resumido e compactado nesse final, que também fortifica o que de mais vibrante há no filme: o contraste perfeito entre uma situação de gravidade e o comportamento insanamente cômico de quem nela está.

Assista aqui ao trailer de Diabo a Quatro:

Sessão Cine Café
Sexta, 01 de outubro
20 horas
Nalva Melo Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira
Fone: 3212-1655
R$ 2.00
Classificação Indicativa: livre




8805 - 4666 / 9406 – 8177 / 9995 – 4761
Av. Hermes da Fonseca, 407, Mercado de Petrópolis, box 51, Tirol, 59020-000 - Natal/RN




13.9.10

Cineclube Natal - Cine Café EXTRA: A Testemunha


Cine Café terá sessão extra para
apresentar o húngaro A Testemunha

Filme proibido por mais de uma década por sua crítica aberta ao sistema comunista do pós-guerra na Hungria, A Testemunha, de Péter Bacsó, alcançou a estatura de filme cult em seu país de origem, ganhando a fama de uma das melhores sátiras sobre o regime comunista. A Testemunha consiste numa obra clássica da filmografia húngara, cuja repercussão também se deu no exterior quando finalmente foi lançado anos depois, inclusive com ampla aceitação no Festival de Cannes de 1981.


O filme se passa durante a era política de Rákosi, quando o comunismo magiar se espelhava no regime Stalinista, seguindo a vida do pacato encarregado do dique local, József Pelikán, que é processado pelo Estado por matar ilegalmente seu porco (nesse tempo, as políticas de racionalização e coletivização dos recursos exigiam o controle sobre os alimentos). Preso por seu delito, em meio a absurdas idas e vindas burocráticas, Pelikán recebe do sistema uma segunda chance caso testemunhe - diga-se, minta - contra um suposto inimigo de estado. Impagável.

A Testemunha (A Tanú, 1969) será exibido na cativa sessão do Cine Café, hospedado no Nalva Melo Salão Café, já nesta sexta-feira, 17 de setembro, às 20:00 horas. A taxa de manutenção custa dois reais e a classificação indicativa é livre.

Assista aqui a uma cena de A Testemunha:


Sessão Cine Café EXTRA
Sexta, 17 de setembro
20 horas
Nalva Melo Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira
Fone: 3212-1655
R$ 2.00
Classificação Indicativa: livre


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[FICHA TÉCNICA: "A TESTEMUNHA"]
Título original: A tanú
País: Hungria
Ano: 1969
Duração: 105 minutos
Cor: colorido
Idioma: húngaro
Gênero: comédia, drama
Estúdio: MAFILM 1. Játékfilmstúdió
Roteiro: Péter Bacsó, János Ujhelyi
Direção: Péter Bacsó
Fotografia: János Zsombolyai
Música: Szabolcs Fényes, György Vukán
Direção de Arte: László Blahó
Edição: Sándor Boronkay
Desenho de Produção: Tamás Vayer
Elenco: Ferenc Kállai, Lajos Öze, Béla Both, Zoltán Fábri, Lili Monori, Károly Bicskey, György Kézdi, József Horváth, Róbert Rátonyi

* Seleção da mostra Un Certain Ragard (Um Certo Olhar) de Cannes, 1981.


8805 - 4666 / 9406 – 8177 / 9995 – 4761
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2.9.10

Cineclube Natal - 199ª sessão: O Carrossel da Vida e do Amor


Setembro húngaro-asiático no Cineclube Natal

No mês de setembro damos início a um novo ciclo temático. O tema será CINEMA HÚNGARO, porém teremos ainda uma nova mostra a exemplo da Semana do Filme Cult. A Semana do Filme Asiático substituirá nossa habitual Cine Vanguarda e, ao invés de um filme no domingo, traremos seis exemplares que preencherão toda a semana com o cinema contemporâneo da Ásia. Setembro será ainda um mês importante na história do Cineclube Natal pois estaremos realizando nossa sessão de número 200. Na ocasião voltaremos à europa com o húngaro "Kontroll".


Mas a programação terá início com
O Carrossel da Vida e do Amor, de Zoltán Fábri, um dos mais importantes diretores da Hungria. Realizado em 1956, o filme conta a história de um casamento arranjado, aonde um pai vê num amigo seu, um bom partido tanto para a filha como para ele próprio, que terá um sócio nos negócios da família. Mas a filha ama outro rapaz e recusa a proposta do pai, deixando-o furioso e se vendo obrigada a fugir.


O Carrossel da Vida e do Amor foi o terceiro filme de Zoltán Fábri e o que marcou sua entrada no cenário internacional - sendo inclusive indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes. No anos seguintes, Fábri seria indicado duas vezes ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, com "The Boys of Paul Street" e "Hungarians". O estilo do diretor era marcado pelas coreografias ensaiadas exaustivamente (em ensaios meses antes das filmagens) e a ausência de improvisos no set, deixando Fábri com uma aura de tirano.

O filme será exibido nesta sexta-feira, dia 03 de setembro às 20h e faz parte da programação do Cine Café - sessão mensal realizada pelo Cineclube Natal em parceria com Nalva Melo Café Salão. A classificação indicativa é 12 anos e a taxa de manutenção, R$ 2.00.

Na ocasião, sortearemos um ingresso para a Virada Cinematográfica de Natal. Para concorrer a outro ingresso, basta dar RT nesta mensagem do nosso Twitter: https://twitter.com/cineclubenatal/status/22852551609

Assista aqui a uma cena (sem legendas) de O Carrossel da Vida e do Amor:

Sessão Cine Café
Sexta, 03 de setembro
20 horas
Nalva Melo Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira
Fone: 3212-1655
R$ 2.00
Classificação Indicativa: 12 anos


[FICHA TÉCNICA: "O CARROSSEL DA VIDA E DO AMOR"]
Título original: Körhinta
País: Hungria
Ano: 1956
Duração: 90 minutos
Cor: preto e branco
Idioma: húngaro
Gênero: drama, romance
Estúdio: Mafilm, Mokép
Roteiro: Zoltán Fábri, László Nádasy, baseado na novela de Imre Sarkadi
Direção: Zoltán Fábri
Fotografia: Barnabás Hegyi
Música: György Ránki
Figurino: Alice Kölcsey
Edição: Ferencné Szécsényi
Desenho de Produção: Zoltán Fábri
Elenco: Mari Töröcsik, Imre Soós, Ádám Szirtes, Béla Barsi, Manyi Kiss, Gyula Bakos, Antal Farkas

Principais premiações: indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes.



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4.8.10

Cineclube Natal - 196ª sessão: Bonequinha de Luxo




Bonequinha de Luxo abre ciclo dedicado à moda, no Cineclube Natal

No mês de agosto o Cineclube Natal exibe o ciclo A MODA E O GLAMOUR, pontuando o tema com três filmes simbólicos. O primeiro será o clássico estrelado por Audrey Hepburn, Bonequinha de Luxo, que estará nas telas do Cine Café nesta sexta-feira, dia 06. A programação ainda conta com A Doce Vida (Cine Vanguarda, dia 22) e O Pecado Mora ao Lado (Cine Assembléia, dia 26). O Cine Café é uma parceria com o Nalva Melo Café Salão. A entrada custa R$ 2.00 e a sessão tem início às 20h.


Dirigido por Blake Edwards, Bonequinha de Luxo "é um dos dramas românticos mais deliciosos e inesquecíveis produzidos em Hollywood", segundo a crítica Joanna Berry. Ela continua ao destacar: "com o cabelo puxado para trás, chiquérrima em um vestido preto, portando uma elegante piteira, Audrey Hepburn incorporou uma imagem inesquecível que não esmaeceu com a passagem do tempo". De fato, a imagem da atriz neste que é o seu papel mais marcante, entrou para o imaginário coletivo, e é conhecido até por aqueles que não viram o filme. Por pouco, a personagem da garota de programa que pretende se casar com algum milionário mas acaba se apaixonando por seu vizinho escritor, não foi para a também inesquecível Marilyn Monroe, como tinha imaginado Truman Capote.

O jornalista-escritor Capote, autor do romance que inspirou o filme, não é o único nome de peso na produção. A trilha é de ninguém menos do que Henry Mancini, eternizado pelos acordes tema de "A Pantera Cor-de-Rosa", mas também compositor de Moon River, criada justamente para a Bonequinha de Luxo, Audrey Hepburn, cantar neste clássico. A música foi a Melhor Canção Original no Oscar de 61, que também premiou Bonequinha (...) com Melhor Trilha Sonora, além das indicações de Melhor Atriz, Direção de Arte e Roteiro Adaptado.



O próprio Blake Edwards também é um nome de destaque. Continuou a parceria com Mancini na deliciosa franquia d'A Pantera Cor-de-Rosa, junto a Peter Sellers, consagrando-o como o hilário Inspetor Clouseau. Também obteve sucesso em "Um Convidado Bem Trapalhão" (mais uma vez com Sellers) e "Victor ou Victória", com Julie Andrews, esposa do diretor.

Com esse time fica fácil entender a importância de Bonequinha de Luxo na história do cinema, que pode muito bem ser ilustrada logo pela cena de abertura, onde a protagonista contempla as vitrines da famosa joalheria Tiffany's enquanto toma seu café da manhã ali mesmo, em pé e solitária.

Assista aqui ao trailer (em inglês) de Bonequinha de Luxo:

Sessão Cine Café
Sexta, 06 de agosto
20 horas
Nalva Melo Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira
Fone: 3212-1655
R$ 2.00
Classificação Indicativa: livre


[FICHA TÉCNICA: "BONEQUINHA DE LUXO"]
Título original: Breakfast at Tiffany's
País: EUA
Ano: 1961
Duração: 115 minutos
Cor: colorido
Idioma: inglês
Gênero: comédia, drama, romance
Estúdio: Jurow-Shepherd, Paramount Pictures
Roteiro: George Axelrod, baseado no romance de Truman Capote
Direção: Blake Edwards
Produção: Martin Jurow, Richard Shepherd
Fotografia: Franz Planer, Philip H. Lathrop
Música: Henry Mancini
Direção de Arte: Roland Anderson, Hal Pereira
Figurino: Edith Head
Edição: Howard A. Smith
Elenco: Audrey Hepburn, George Peppard, Patricia Neal, Buddy Ebsen, Martin Balsam, Vilallonga, Mickey Rooney.

Principais premiações: Oscar de Melhor Canção e Melhor Trilha Sonora; Indicado aos Oscar de Melhor Atriz (Audrey Hepburn), Melhor Direção de Arte e Melhor Roteiro Adaptado; Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme - Comédia e Melhor Atriz - Musical/Comédia; Indicado ao Grammy de Melhor Trilha Sonora para Cinema ou Televisão.


Comunidade Cineclube Natal no Orkut
8805 - 4666 / 9406 – 8177 / 9995 – 4761
Av. Hermes da Fonseca, 407, Mercado de Petrópolis, box 51, Tirol, 59020-000 - Natal/RN

30.6.10

Cineclube Natal - 194ª sessão: Boleiros - Era uma Vez o Futebol...


Cineclube Natal abre ciclo
dedicado a filmes futebolísticos


Nesta sexta-feira, dia 02 de julho, o Cineclube Natal, em parceria com o Nalva Melo Café Salão exibirá a produção nacional Boleiros - Era uma Vez o Futebol... (1998), do diretor Ugo Giorgetti, dentro do projeto Cine Café, abrindo o mês temático em homenagem à paixão nacional, o futebol. A sessão começará às 20:00 horas e a taxa de manutenção custa dois reais. A classificação indicativa é livre.


Um bar cheio de fotos de futebol pelas paredes é o ponto de encontro escolhido por cinco ex-jogadores e um árbitro aposentado para conversarem sobre o esporte que fez e continua fazendo parte de suas vidas. Várias histórias sobre o esporte são relembradas: glórias, trapalhadas e momentos nem tão positivos assim são discutidos entre brincadeiras e revelações bombásticas dos personagens, com muita alegria e emoção - tal qual numa partida de futebol.

A força de Boleiros reside justamente no contraste entre as arestas da vida cotidiana e a grandeza do mito em relação ao esporte. Nesse aspecto, o grande trunfo do filme é a abordagem dada ao assunto por quem realmente entende de bola e é apaixonado pelo assunto, rendendo um excelente filme nacional, que por sua vez comprova o grande talento de Ugo Giorgetti em construir situaçoes partindo de pequenos personagens, cujas histórias se cruzam na tela (não muito diferente do que fez o imortal Robert Altman). O filme é delicioso e fica até difícil apontar algum destaque: todos os atores dão atuações competentes e o roteiro é muito bem acabado. Em época de copa, não há programa melhor para os amantes do cinema e do futebol.


Sessão Cine Café
Sexta, 02 de julho
20 horas
Nalva Melo Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira
Fone: 3212-1655
R$ 2.00
Classificação Indicativa: livre


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[FICHA TÉCNICA: "BOLEIROS - ERA UMA VEZ O FUTEBOL"]
País: Brasil
Ano: 1998
Duração: 93 minutos
Cor: colorido
Idioma: português
Gênero: comédia
Estúdio: SP Filmes
Roteiro: Ugo Giorgetti
Direção: Ugo Giorgetti
Produção: Júlia Pacheco Jordão, Malu Oliveira
Fotografia: Rodolfo Sánchez
Música: Mauro Giorgetti
Direção de Arte: Maria Isabel Giorgetti
Edição: Marc De Rossi
Elenco: Otávio Augusto, Adriano Stuart, André Abujamra, Cazé Peccini, João Acaiabe, Oswaldo Campozana, Rogério Cardoso, César Negro, Flávio Migliaccio, André Bicudo, João Motta, Aldo Bueno, Cássio Gabus Mendes, Lima Duarte


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9.6.10

Cineclube Natal - 191ª sessão: Os Deuses Devem Estar Loucos



Comédia africana abre ciclo saudosista
no Nalva Melo
Café Salão


Nesta sexta-feira, dia 11 de junho, o Cineclube Natal, em parceria com o Nalva Melo Café Salão exibirá a produção Os Deuses Devem Estar Loucos, dentro do projeto Cine Café. A sessão começará às 20:00 horas e a taxa de manutenção custa dois reais. A censura é livre.


O filme escolhido abre o ciclo temático do mês de junho, intitulado "Lembranças de Sessão da Tarde", dedicado, obviamente, àquelas produções familiares que costumavam ser mostradas à exaustão nas décadas de oitenta e noventa, mas que foram tristemente esquecidas nos dias de hoje, em que as exibições vespertinas se resumem a comédias de gosto duvidoso, em que "uma turma muito louca" sempre "causa muita confusão" e obviamente tudo é "bom pra cachorro".

Abrimos com o divertidíssimo Os Deuses Devem Estar Loucos (The Gods Must be Crazy", 1980), do diretor Jamie Uys. O filme tem início no deserto do Kalahari, no Botswana, junto à Africa do Sul, numa pacata e semi-desértica paisagem, mostrando uma cena da vida quotidiana de um grupo de bosquímanos que decorre calmamente, até que uma garrafa de Coca-Cola jogada de um avião fazem os nativos da tribo acreditarem que é um presente dos deuses. Mas como a "dádiva" gera uma série de discórdias, eles decidem devolvê-la aos deuses, escolhendo um dos seus para fazer a devolução.

'Os Deuses Devem Estar Loucos' é uma comédia simples e absurda, que levou quatro anos para ser lançada nos Estados Unidos, mas quando foi, marcou um recorde de bilheteria. Indubitavelmente é uma boa comédia, que foi produzida com um baixo orçamento, assim como tantas outras. Trata-se de um filme interessante por diversas razões, mas especialmente por proporcionar entretenimento e prazer, conduzindo-nos às deslumbrantes paisagens africanas num contexto cultural totalmente diferente do nosso. O enredo do filme nos confronta com situações caricatas que geram saudáveis gargalhadas, ocasionando também uma reflexão a respeito de nós, dos outros, e de como reagimos em relação aos imprevistos e às situações novas, à mudança, afinal.

O fato é que a metáfora de Jamie Uys foi aclamada e repudiada (o filme foi banido de Trinidad e Tobago por ser considerado racista) e virou objeto para vários estudos sociais e antropológicos. Como uma simples comédia africana, que tem como protagonista um autêntico bosquímano (que nunca tinha tido contato com a civilização moderna e nunca tinha praticado nenhum tipo de representação, nem na sua cultura), um orçamento baixo e pouquíssima divulgação pode criar tamanha repercussão? O motivo foi a sagacidade de Uys ao mostrar o ‘desenvolvimento’ e a tentativa do homem que, em vez de simplificar a sua vida, só a torna mais complexa, obrigando-o a reinventar-se. E, no lugar de mostrar o drama do nosso dia a dia, faz comédia através dos olhos ingênuos de quem conhece realmente a simplicidade. No dia em que o mundo se vira para a África pela abertura da Copa do Mundo, o Cineclube Natal faz sua homenagem ao continente ao exibir este exemplar que tanto embalou as tardes de toda uma geração.

Assista aqui ao trailer de Os Deuses Deve Estar Loucos:


Sessão Cine Café
Sexta, 11 de junho
20 horas
Nalva Melo Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira
Fone: 3212-1655
R$ 2.00
Classificação Indicativa: livre


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[FICHA TÉCNICA: "OS DEUSES DEVEM ESTAR LOUCOS"]
Título original: The Gods Must Be Crazy
País: África do Sul, Botsuana
Ano: 1980
Duração: 108 minutos
Cor: colorido
Idioma: inglês
Gênero: comédia
Estúdio: Mimoza, CAT Films
Roteiro: Jamie Uys
Direção: Jamie Uys
Produção: Jamie Uys
Fotografia: Robert Lewis, Buster Reynolds
Música: John Boshoff
Direção de Arte: Caroline Burls
Figurino: Gail Grobbelaar, Mij Reynolds
Edição: Jamie Uys
Elenco: Marius Weyers, Sandra Prinsloo, N!xau, Louw Verwey, Michael Thys, Nic De Jager, Fanyana H. Sidumo, Joe Seakatsie, Brian O'Shaughnessy, Vera Blacker, Ken Gampu, Paddy O'Byrne, Jamie Uys



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